Construída
sob as ordem do rei Scar e a rainha Eranis, cuja em sua homenagem é dada o
nome da cidade capital. A muitas luas
era unicamente uma pequena cidade, mas hoje se tornou um grande alvo, pois é
considerada a maior cidade diante dos outros reinos, guerras e batalhas foram
travadas, graças a idéias revolucionárias e apoio de pequenas colônias e
comunidades, o reino teve grande crescimento e até hoje se desenvolve cada vez
mais.
Embora
as colônias de diferentes raças, combatessem bravamente contra o regime que se
estabeleciam, invasores foram mortos, raças foram extintas e os que puderam
conseguiram escapar e até hoje tem se poucas notícias, algumas delas como raças
e criaturas sem estrutura e tecnologias escassas outras com um desenvolvimento
extremo e tecnologia altamente eficaz. Muitos anos se passaram para que as
feridas das guerras e conflitos cicatrizassem, mas os povos acabaram retomando
suas vidas normais.
O
reinado de Arthemia correria um risco imenso pelo fato de que só havia
um único filho a herdar o trono, e Scar já não mais possuía idade e saúde para
governar. O único herdeiro seria uma mulher a única filha que Eranis pode ter,
muitos eram contra o fato de que uma mulher herdar o trono, assim causando
muitas conturbadas discussões nas cidades vizinhas. O rei possui enquanto
debilitado seu aliado e protegido Bhalthazar, mago e guerreiro leal a coroa;
dele eram estabelecidas as ordem e decretos.
Foi chegada a hora e a morte de rei Scar, foi então
anunciado a todos e de muita tristeza a cidade se abateu durante dias, Eranis
viveu longos dias ao lado de sua filha a chorar a perda do rei, Bhaltazar
governou durante meses, sob autorização da rainha. Porém a população se afetava
com a forma de governo de Bhaltazar se
desiludindo, e afetando o bem estar da
sociedade. O povo pedia então que a rainha passa-se a governar por suas mãos, e
sua filha como princesa teria autoridade suficiente para exercer também suas funções.
Houve então um grande conselho que aprovaria a idéia, e a cidade festejou com
aprovação, foi em um grande baile, com portões abertos a todos, que rainha
Eranis e sua filha, assumiram o trono, por conta da vontade da sociedade.
Bhaltazar foi o único a discordar de tal façanha, mas dias depois tinha ele
esperança de que tudo não passaria de uma aventura. Exato um mês depois houve o
falecimento da rainha de forma súbita. Mesmo com sua morte, através de um
decreto e participação do conselho, o poder do trono foi dado a princesa.
Princesa Diana, de pouca idade, mesmo assim com o poder de governo, com
aprovação majoritária do conselho.
Balthazar se consumiu de ódio e inveja, esta seria sua
ultima e única chance de ser nomeado, mas não foi deixando o ódio corromper seu
coração, tentou com a vida da princesa, no dia da nomeação dela como rinha
absoluta, na frente de todos. Depois de tal acontecimento, todos haviam tido
como conclusão, que Bhaltazar poderia ter alguma ligação ou sido responsável pela morte do rei e da rainha a luas atrás.
Em um dia escuro e frio, no céu não havia luz do luar, guardas afirmaram que
avistaram Bhaltazar sair pelos portões da cidade, sem explicações e sumia na
neblina da noite.
Passaram-se três anos e Princesa Diana completava treze
anos, e exatamente nesta noite Arthemia foi atacada por uma criatura, que
poucos podiam decifrar e distinguir suas características, a noite se repetia
escura fria e com forte neblina. Avistava-se uma criatura gigantesca que
sobrevoava a cidade e as torres do castelo, várias casas e construções foram
destruídas esta noite, o caos e desespero afligiam a população. Da torre leste
viu-se a criatura pousar e ficar por alguns segundos em seguida a calmaria
parecia ter se estabelecido, sua sombra sumia na neblina. Logo a notícia se
espalhava. A torre era onde ficavam os aposentos de Diana, ela desaparecia
naquela noite. O boato que corria era que tinha sido levada por uma criatura
alada, a cidade estava em
ruínas.
O fim de Arthemia parecia certo, mas pouco significava
para mortos e vivos o que se via era o inicio de um plano que jamais abriria
mão de um domínio para eternidade.